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Higienização de máscaras de Tecido
Não quer que suas máscaras desbotem 🤔
O que você faz?
Protocolo de Sanitização – Máscaras de Tecido
De acordo com a Nota Informativa n°3/2020-CGGAP/DESF/SAPS/MS, emitida pelo Ministério da Saúde em 04 de abril de 2020, as máscaras de tecido podem assegurar boa efetividade (capacidade de filtragem de partículas virais) se forem bem desenhadas, utilizadas e higienizadas corretamente.
É importante que a máscara cubra totalmente a boca e nariz e que esteja bem ajustada ao rosto, sem deixar espaços nas laterais.
Cuidados durante o uso:
• O uso da máscara de tecido é individual, não devendo ser compartilhada.
• Coloque a máscara com cuidado para cobrir a boca e nariz e amarre com segurança para minimizar os espaços entre o rosto e a máscara.
• Enquanto estiver em uso, evite tocar na parte da frente da máscara.
• Remova a máscara pegando pelo laço ou nó da parte traseira, evitando tocar na parte da frente da máscara.
• Após a remoção, deve-se realizar a higienização das mãos com água e sabão, por 20 segundos, ou solução alcoólica 70%.
Higienização:
Opção 1: Alvejante + água
• Prepare uma solução de água e alvejante (água sanitária) com concentração 2,0 a 2,5%:
o 10 mL de água sanitária para 500 mL de água; OU
o 1 medida de água sanitária para cada 50 medidas de água.
• Faça a imersão da máscara nessa solução e aguarde por 30 minutos.
• Após o tempo, realize o enxágue em agua corrente e lave com água e sabão.
o Não esfregue a máscara com escovas de limpeza para evitar danos ao tecido.
Opção 2: Água quente + sabão
• Coloque a máscara usada em um recipiente com água e sabão (utilizar a quantidade de sabão em pó ou detergente líquido conforme orientações do rótulo/fabricante).
• Leve o recipiente ao fogo e deixar ferver por 10 minutos.
• Após o resfriamento, descartar a solução e realizar o enxágue com água corrente e lavar com água e sabão.
o Não esfregue a máscara com escovas de limpeza para evitar danos ao tecido.
• Após lavar a máscara, higienizar as mãos com água e sabão durante 20 segundos.
• Estender a máscara para secar.
• Quando a máscara estiver seca, passar com ferro quente e acondicionar em saco plástico limpo.
• Trocar a máscara sempre que apresentar sujidades ou umidade (ou a cada 2 horas). Guardar a máscara em uma embalagem plástica e prosseguir com a sua higienização.
o Deve-se realizar a higienização da embalagem plástica utilizada para guardar a máscara usada com álcool 70% em toda a área interna e externa da embalagem.
o Após a higienização, essa embalagem plástica, devidamente identificada, pode ser utilizada novamente para guardar máscaras usadas.
OBS. É recomendado que as máscaras sejam lavadas e higienizadas diariamente, após seu uso.
Conservação e Substituição
• Ao sinal de desgaste, a máscara deverá ser inutilizada e nova máscara deverá ser utilizada.
• Para solicitar substituição, devolver as máscaras desgastadas devidamente higienizadas.
Covid - 19 Tudo que você precisa saber
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| Fonte: Ministério da Saúde |
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| Fonte: Ministério da Saúde |
O que é
coronavírus?
Coronavírus
(CID10) é uma família de vírus que causam infecções respiratórias. O novo
agente do coronavírus foi descoberto em 31/12/19 após casos
registrados na China. Provoca a doença chamada de coronavírus (COVID-19).
Os primeiros
coronavírus humanos foram isolados pela primeira vez em 1937. No entanto, foi
em 1965 que o vírus foi descrito como coronavírus, em decorrência do perfil na
microscopia, parecendo uma coroa.
A maioria das
pessoas se infecta com os coronavírus comuns ao longo da vida, sendo as
crianças pequenas mais propensas a se infectarem com o tipo mais comum do
vírus. Os coronavírus mais comuns que infectam humanos são o alpha coronavírus
229E e NL63 e beta coronavírus OC43, HKU1.
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Período de
incubação do coronavírus
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Período de incubação é o tempo que leva para os primeiros sintomas
aparecerem desde a infecção por coronavírus, que pode ser de 2 a 14
dias.
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Período de
transmissibilidade do coronavírus
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De uma forma geral, a transmissão viral ocorre apenas enquanto
persistirem os sintomas É possível a transmissão viral após a resolução dos
sintomas, mas a duração do período de transmissibilidade é desconhecido para
o coronavírus. Durante o período de incubação e casos assintomáticos
não são contagiosos.
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Fonte de
infecção do coronavírus
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A maioria dos coronavírus geralmente infectam apenas uma
espécie animal ou pelo menos um pequeno número de espécies
proximamente relacionadas. Porém, alguns coronavírus, como o SARS-CoV, podem
infectar pessoas e animais. O reservatório animal para o coronavírus
(COVID-19) ainda é desconhecido.
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Quais são
os sintomas do coronavírus?
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Os sinais e
sintomas do coronavírus são principalmente respiratórios, semelhantes a um
resfriado. Podem, também, causar infecção do trato respiratório
inferior, como as pneumonias. No entanto, o coronavírus (SARS-CoV-2) ainda
precisa de mais estudos e investigações para caracterizar melhor os sinais e
sintomas da doença.
Os
principais são sintomas conhecidos até o momento são:
·
Febre.
·
Tosse.
·
Dificuldade para respirar.
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Como o
coronavírus é transmitido?
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As
investigações sobre as formas de transmissão do coronavírus ainda estão em
andamento, mas a disseminação de pessoa para pessoa, ou seja, a contaminação
por gotículas respiratórias ou contato, está ocorrendo.
Qualquer
pessoa que tenha contato próximo (cerca de 1m) com alguém com sintomas
respiratórios está em risco de ser exposta à infecção.
É
importante observar que a disseminação de pessoa para pessoa pode ocorrer de
forma continuada.
Alguns vírus são altamente contagiosos (como sarampo), enquanto
outros são menos. Ainda não está claro com que facilidade o coronavírus se
espalha de pessoa para pessoa.
Apesar
disso, a transmissão dos coronavírus costuma ocorrer pelo ar ou por contato
pessoal com secreções contaminadas, como:
·
gotículas de saliva;
·
espirro;
·
tosse;
·
catarro;
·
contato pessoal próximo, como
toque ou aperto de mão;
·
contato com objetos ou
superfícies contaminadas, seguido de contato com a boca, nariz ou olhos.
Os
coronavírus apresentam uma transmissão menos intensa que o vírus da gripe.
O período médio de incubação por coronavírus é de 5 dias,
com intervalos que chegam a 12 dias, período em que os primeiros
sintomas levam para aparecer desde a infecção.
A transmissibilidade dos pacientes infectados por SARSCoV é em média
de 7 dias após o início dos sintomas. No entanto, dados
preliminares do coronavírus (SARS-CoV-2) sugerem que a transmissão possa
ocorrer mesmo sem o aparecimento de sinais e sintomas.
Até o
momento, não há informações suficientes de quantos dias anteriores ao
início dos sinais e sintomas uma pessoa infectada passa a transmitir o vírus.
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Como
prevenir o coronavírus?
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O
Ministério da Saúde orienta cuidados básicos para reduzir o risco geral de
contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o
coronavírus. Entre as medidas estão:
·
Lavar as mãos frequentemente
com água e sabonete por pelo menos 20 segundos, respeitando os 5 momentos de
higienização. Se não houver água e sabonete, usar um desinfetante para as
mãos à base de álcool.
·
Evitar tocar nos olhos, nariz
e boca com as mãos não lavadas.
·
Evitar contato próximo com
pessoas doentes.
·
Ficar em casa quando estiver
doente.
·
Cobrir boca e nariz ao tossir
ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo.
·
Limpar e desinfetar objetos e
superfícies tocados com freqüência.
Profissionais
de saúde devem utilizar medidas de precaução padrão, de contato e de gotículas
(mascára cirúrgica, luvas, avental não estéril e óculos de proteção).
Para a
realização de procedimentos que gerem aerossolização de secreções
respiratórias como intubação, aspiração de vias aéreas ou indução de escarro,
deverá ser utilizado precaução por aerossóis, com uso de máscara N95.
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Como é
feito o tratamento do coronavírus?
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|
Não existe
tratamento específico para infecções causadas por coronavírus humano. No caso
do coronavírus é indicado repouso e consumo de bastante água, além de algumas
medidas adotadas para aliviar os sintomas, conforme cada caso, como, por
exemplo:
·
Uso de medicamento para dor e
febre (antitérmicos e analgésicos).
·
Uso de umidificador no quarto
ou tomar banho quente para auxiliar no alívio da dor de garanta e tosse.
Assim que
os primeiros sintomas surgirem, é fundamental procurar ajuda médica imediata
para confirmar diagnóstico e iniciar o tratamento.
Todos os
pacientes que receberem alta durante os primeiros 07 dias do início do quadro
(qualquer sintoma independente de febre), devem ser alertados para a
possibilidade de piora tardia do quadro clínico e sinais de alerta de
complicações como: aparecimento de febre (podendo haver casos iniciais sem
febre), elevação ou reaparecimento de febre ou sinais respiratórios,
taquicardia (aumento dos batimentos cardíacos), dor pleurítica (dor no
peito), fadiga (cansaço) e dispnéia (falta de ar).
|
Como é feito o
diagnóstico do coronavírus?
O diagnóstico do
coronavírus é feito com a coleta de materiais respiratórios (aspiração de vias
aéreas ou indução de escarro). É necessária a coleta de duas amostras na
suspeita do coronavírus.
As duas amostras
serão encaminhadas com urgência para o Laboratório Central de Saúde Pública
(Lacen).
Uma das amostras
será enviada ao Centro Nacional de Influenza (NIC) e outra amostra será enviada
para análise de metagenômica.
Para confirmar a
doença é necessário realizar exames de biologia molecular que detecte o RNA
viral. O diagnóstico do coronavírus é feito com a coleta de amostra, que
está indicada sempre que ocorrer a identificação de caso suspeito.
Orienta-se a coleta
de aspirado de nasofaringe (ANF) ou swabs combinado (nasal/oral) ou também
amostra de secreção respiratória inferior (escarro ou lavado traqueal
ou lavado bronca alveolar).
Os
casos graves devem ser encaminhados a um Hospital de Referência para isolamento
e tratamento. Os casos leves devem ser acompanhados pela Atenção Primária em
Saúde (APS) e instituídas medidas de precaução domiciliar.
|
1. CASO
SUSPEITO DE DOENÇA PELO CORONAVÍRUS 2019 (COVID-19)
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·
Situação 1 – VIAJANTE: pessoa
que apresente febre E pelo menos um dos sinais ou sintomas respiratórios
(tosse, dificuldade para respirar, produção de escarro, congestão nasal ou
conjuntival, dificuldade para deglutir, dor de garganta, coriza, saturação de
O2 < 95%, sinais de cianose, batimento de asa de nariz, tiragem
intercostal e dispneia) E com histórico de viagem para país com transmissão
sustentada OU área com transmissão local nos últimos 14 dias (figura 1); OU
·
Situação 2 - CONTATO
PRÓXIMO: Pessoa que apresente febre OU pelo menos um sinal ou
sintoma respiratório (tosse, dificuldade para respirar, produção de escarro,
congestão nasal ou conjuntival, dificuldade para deglutir, dor de garganta,
coriza, saturação de O2 < 95%, sinais de cianose, batimento de asa de
nariz, tiragem intercostal e dispneia) E histórico de contato com caso
suspeito ou confirmado para COVID-19, nos últimos 14 dias.
|
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2. CASO
PROVÁVEL DE DOENÇA PELO CORONAVÍRUS 2019 (COVID-19)
|
|
·
Situação 3 - CONTATO
DOMICILIAR: Pessoa que manteve contato domiciliar com caso
confirmado por COVID-19 nos últimos 14 dias E que apresente febre OU pelo
menos um sinal ou sintoma respiratório (tosse, dificuldade para respirar,
produção de escarro, congestão nasal ou conjuntival, dificuldade para
deglutir, dor de garganta, coriza, saturação de O2 < 95%, sinais de
cianose, batimento de asa de nariz, tiragem intercostal e dispneia). Nesta
situação é importante observar a presença de outros sinais e sintomas como:
fadiga, mialgia/artralgia, dor de cabeça, calafrios, manchas vermelhas pelo
corpo, gânglios linfáticos aumentados, diarreia, náusea, vômito, desidratação
e inapetência
|
|
3. CASO
CONFIRMADO DE DOENÇA PELO CORONAVÍRUS 2019 (COVID-19)
|
|
·
LABORATORIAL: Caso
suspeito ou provável com resultado positivo em RT-PCR em tempo real, pelo
protocolo Charité.
·
CLÍNICO-EPIDEMIOLÓGICO: Caso
suspeito ou provável com histórico de contato próximo ou domiciliar com caso
confirmado laboratorialmente por COVID-19, que apresente febre OU pelo menos
um dos sinais ou sintomas respiratórios, nos últimos 14 dias após o contato,
e para o qual não foi possível realizar a investigação laboratorial
específica.
|
|
4. OBSERVAÇÕES
·
FEBRE: Considera-se febre aquela acima de 37,8°.
Alerta-se
que a febre pode não estar presente em alguns casos como, por exemplo, em
pacientes jovens, idosos, imunossuprimidos ou que em algumas situações possam
ter Boletim Epidemiológico utilizado medicamento antitérmico. Nestas
situações, a avaliação clínica deve ser levada em consideração e a decisão
deve ser registrada na ficha de notificação.
·
CONTATO PRÓXIMO DE CASOS SUSPEITOS OU CONFIRMADOS
DE COVID-19:
o Uma pessoa que teve contato
físico direto (por exemplo, apertando as mãos);
o
Uma pessoa que tenha contato direto desprotegido
com secreções infecciosas (por exemplo, sendo tossida, tocando tecidos de
papel usados com a mão nua);
o
Uma pessoa que teve contato frente a frente por
15 minutos ou mais e a uma distância inferior a 2 metros;
o
Uma pessoa que esteve em um ambiente fechado (por
exemplo, sala de aula, sala de reunião, sala de espera do hospital etc.) por
15 minutos ou mais e a uma distância inferior a 2 metros; ○ Um profissional
de saúde ou outra pessoa que cuida diretamente de um caso COVID-19 ou
trabalhadores de laboratório que manipulam amostras de um caso COVID-19 sem
equipamento de proteção individual recomendado (EPI) ou com uma possível
violação do EPI;
o
Um passageiro de uma aeronave sentado no raio de
dois assentos (em qualquer direção) de um caso confirmado de COVID-19, seus
acompanhantes ou cuidadores e os tripulantes que trabalharam na seção da
aeronave em que o caso estava sentado
·
CONTATO DOMICILIAR DE CASO SUSPEITO OU CONFIRMADO
DE COVID-19:
o Uma pessoa que reside na mesma
casa/ambiente. Devem ser considerados os residentes da mesma casa, colegas de
dormitório, creche, alojamento, etc.
A avaliação do grau de exposição do contato deve ser individualizada, considerando-se, o ambiente e o tempo de exposição. |
Subsecretaria de Inspeção do Trabalho (SIT) da Secretaria de Trabalho
orienta as seguintes medidas aos trabalhadores e empregadores, como forma de
prevenir/diminuir o contágio da COVID-19 e promover a adoção de medidas
protetivas aos trabalhadores.
MEDIDAS DE CARÁTER GERAL NO TRABALHO
PRÁTICAS DE BOA HIGIENE E CONDUTA
1. Criar e divulgar protocolos para identificação e encaminhamento de
trabalhadores com suspeita de contaminação pelo novo coronavírus antes de
ingressar no ambiente de trabalho. O protocolo deve incluir o acompanhamento da
sintomatologia dos trabalhadores no acesso e durante as atividades nas
dependências das empresas;
2. Orientar todos trabalhadores sobre prevenção de contágio pelo
coronavírus (COVID-19) e a forma correta de higienização das mãos e demais
medidas de prevenção;
3. Instituir mecanismo e procedimentos para que os trabalhadores possam
reportar aos empregadores se estiverem doentes ou experimentando sintomas;
4. Adotar procedimentos contínuos de higienização das mãos, com utilização
de água e sabão em intervalos regulares. Caso não seja possível a lavagem das
mãos, utilizar imediatamente sanitizante adequado para as mãos, como álcool
70%;
5. Evitar tocar a boca, o nariz e o rosto com as mãos;
6. Manter distância segura entre os trabalhadores, considerando as
orientações do Ministério da Saúde e as características do ambiente de
trabalho;
7. Emitir comunicações sobre evitar contatos muito próximos, como abraços,
beijos e apertos de mão;
8. Adotar medidas para diminuir a intensidade e a duração do contato
pessoal entre trabalhadores e entre esses e o público externo;
9. Priorizar agendamentos de horários para evitar a aglomeração e para
distribuir o fluxo de pessoas;
10. Priorizar medidas para distribuir a força de trabalho ao longo do dia,
evitando concentrá-la em um turno só;
11. Limpar e desinfetar os locais de trabalho e áreas comuns no intervalo
entre turnos ou sempre que houver a designação de um trabalhador para ocupar o
posto de trabalho de outro;
12. Reforçar a limpeza de sanitários e vestiários;
13. Adotar procedimentos para, na medida do possível, evitar tocar
superfícies com alta frequência de contato, como botões de elevador, maçanetas,
corrimãos etc;
14. Reforçar a limpeza de pontos de grande contato como corrimões,
banheiros, maçanetas, terminais de pagamento, elevadores, mesas, cadeiras etc;
15. Privilegiar a ventilação natural nos locais de trabalho. No caso de
aparelho de ar condicionado, evite recirculação de ar e verifique a adequação
de suas manutenções preventivas e corretivas;
16. Promover teletrabalho ou trabalho remoto. Evitar deslocamentos de
viagens e reuniões presenciais, utilizando recurso de áudio e/ou
videoconferência;
PRÁTICAS QUANTO ÀS REFEIÇÕES
17. Os trabalhadores que preparam e servem as refeições devem utilizar
máscara cirúrgica e luvas, com rigorosa higiene das mãos;
18. Proibir o compartilhamento de copos, pratos e talheres não higienizados,
bem como qualquer outro utensílio de cozinha;
19. Limpar e desinfetar as superfícies das mesas após cada utilização;
20. Promover nos refeitórios maior espaçamento entre as pessoas na fila,
orientando para que sejam evitadas conversas;
21. Espaçar as cadeiras para aumentar as distâncias interpessoais.
Considerar aumentar o número de turnos em que as refeições são servidas, de
modo a diminuir o número de pessoas no refeitório a cada momento;
PRÁTICAS REFERENTES AO SESMT E CIPA
22. As comissões internas de prevenção de acidentes - CIPA existentes
poderão ser mantidas até o fim do período de estado de calamidade pública,
podendo ser suspensos os processos eleitorais em curso;
23. Realizar as reuniões da CIPA por meio de videoconferência;
24. SESMT e CIPA, quando existentes, devem instituir e divulgar a todos os
trabalhadores um plano de ação com políticas e procedimentos de orientação aos
trabalhadores;
25. Os trabalhadores de atendimento de saúde do SESMT, como enfermeiros,
auxiliares e médicos, devem receber Equipamentos de Proteção Individual - EPI
de acordo com os riscos, em conformidade com as orientações do Ministério da
Saúde;
PRÁTICAS REFERENTES AO TRANSPORTE DE
TRABALHADORES
26. Manter a ventilação natural dentro dos veículos através da abertura das
janelas. Quando for necessária a utilização do sistema de ar condicionado,
deve-se evitar a recirculação do ar;
27. Desinfetar regularmente os assentos e demais superfícies do interior do
veículo que são mais frequentemente tocadas pelos trabalhadores;
28. Os motoristas devem observar:
29. a) a higienização do seu posto de trabalho, inclusive volantes e
maçanetas do veículo;
30. b) a utilização de álcool gel ou água e sabão para higienizar as mãos.
PRÁTICAS REFERENTES ÀS MÁSCARAS
29. A máscara de proteção respiratória só deve ser utilizada quando indicado
seu uso. O uso indiscriminado de máscara, quando não indicado tecnicamente,
pode causar a escassez do material e criar uma falsa sensação de segurança, que
pode levar a negligenciar outras medidas de prevenção como a prática de higiene
das mãos;
30. O uso incorreto da máscara pode prejudicar sua eficácia na redução de
risco de transmissão. Sua forma de uso, manipulação e armazenamento devem
seguir as recomendações do fabricante. Os trabalhadores devem ser orientados
sobre o uso correto da máscara;
31. A máscara nunca deve ser compartilhada entre trabalhadores;
32. Pode-se considerar o uso de respiradores ou máscaras PFF2 ou N95, quando
indicado seu uso, além do prazo de validade designado pelo fabricante ou sua
reutilização para atendimento emergencial aos casos suspeitos ou confirmados da
COVID-19, conforme NOTA TÉCNICA GVIMS/GGTES/ANVISA Nº 04/2020;
33. As empresas devem fornecer máscaras cirúrgicas à disposição de seus
trabalhadores, caso haja necessidade;
SUSPENSÃO DE EXIGÊNCIAS ADMINISTRATIVAS
EM SST
34. Fica suspensa a obrigatoriedade de realização dos exames médicos
ocupacionais, clínicos e complementares, exceto dos exames demissionais durante
o período de calamidade, conforme Medida Provisória Nº 927, de 22 de março de
2020, devendo ser realizados até o prazo de sessenta dias, contado da data de
encerramento do estado de calamidade pública;
35. O exame médico demissional poderá ser dispensado caso o exame médico
ocupacional mais recente tenha sido realizado há menos de 180 dias;
36. Na hipótese de o médico coordenador de programa de controle médico de
saúde ocupacional considerar que a prorrogação representa risco para a saúde do
empregado, o médico indicará ao empregador a necessidade de sua realização;
37. Durante o estado de calamidade pública, fica suspensa a obrigatoriedade
de realização de treinamentos periódicos e eventuais dosatuaisempregados,
previstos em normas regulamentadoras de segurança e saúde no trabalho;
38. Os treinamentos periódicos e eventuais serão realizados no prazo de
noventa dias, contado da data de encerramento do estado de calamidade pública;
39. Durante o estado de calamidade pública, todos os treinamentos previstos
nas Normas Regulamentadoras (NR), de segurança e saúde do trabalho, incluindo
os admissionais, poderão ser realizados na modalidade de ensino a distância e
caberá ao empregador observar os conteúdos práticos, de modo a garantir que as
atividades sejam executadas com segurança;
PRÁTICAS REFERENTES AOS TRABALHADORES
PERTENCENTES A GRUPO DE RISCO
40. Os trabalhadores pertencentes a grupo de risco (com mais de 60 anos ou
com comorbidades de risco, de acordo com o Ministério da Saúde) devem ser
objeto de atenção especial, priorizando sua permanência na própria residência
em teletrabalho ou trabalho remoto;
41. Caso seja indispensável a presença na empresa de trabalhadores
pertencentes a grupo de risco, deve ser priorizado trabalho interno, sem
contato com clientes, em local reservado, arejado e higienizado ao fim de cada
turno de trabalho;
DISPOSIÇÕES GERAIS
42. As Normas Regulamentadoras de segurança e saúde do trabalho apresentam
uma série de medidas de prevenção aos trabalhadores e podem ser consultadas no
sítio eletrônico enit.trabalho.gov.br/;
43. A Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia disponibiliza ao
cidadão o serviço de informações pela Central de Atendimento Alô Trabalho, com
ligação gratuita pelo telefone 158. O horário de atendimento da Central é das 7
às 19 horas, de segunda-feira a sexta-feira, exceto nos feriados nacionais.
Referências:
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